Há algumas semanas o fantástico publicou uma matéria onde um estudante ficou indignado por haver cobrança maior para homens nas entradas das baladas, shows e eventos. O estudante entrou com um processo e a Juíza Caroline Santos Lima deu razão ao estudante. Em sua decisão ela justificou que “Não pode o empresário-fornecedor usar a mulher como ‘insumo’ para atividades econômicas, servindo como ‘isca’ para atrair clientes do sexo masculino para o seu estabelecimento”, ou seja, a Juíza nem se quer enxergou prejuízo ou abuso financeiro para o homem, mais sim a objetificação da mulher por servir de ‘isca’.

É natural que donos de baladas busquem meios para atrair pessoas para o seu estabelecimento. O empresário sabe que o grosso da grana é gasta por homens, que por outro lado preferirão lugares com muitas mulheres, que por outro vão preferir ir a locais que ofereçam alguma vantagem como a entrada mais barata ou até mesmo free. Não é uma prática que ofenda ou objetifica a imagem da mulher. O empresário usa apenas uma estratégia de venda para atrair pessoas para o seu negócio, com vantagens para todos: Homens com ambientes cheio de mulheres, mulheres pagando menos e o comerciante com a casa cheia. QUAL O PROBLEMA NISSO?!?! ISSO NÃO TEM NADA A VER COM OBJETIFICAÇÃO DA MULHER!!! E no final ninguém é obrigado a ir nesses locais se não achar a prática justa. Sim, você também tem esse direito.

Homens e Mulheres em sua maioria, quando saem, querem se divertir em ambientes cheios e animados, conhecer gente nova, paquerar, flertar, procurar parceiros para relacionamento ou sexo casual. Num mercado tão competitivo e agressivo, o Estado não deveria criar falsas irregularidades que servirão apenas para prejudicar quem trabalha.