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Quando entrei pela porta principal tudo já estava arranjado e combinado.
Desde os mínimos detalhes até o que aconteceria depois. Tudo previamente resolvido e atiçando minha ansiedade ao extremo.
Caminhei o longo corredor, vendo centenas de olhos mirando para mim, mas eu prestava real atenção à três casais.
O primeiro deles estava diretamente à minha frente. Em pé e elegantemente vestidos. Os dois outros estavam um pouco mais à direita, sorrindo orgulhosos e visivelmente ansiosos também.
Escutei toda a cerimônia quase no automático, por vezes quase perdendo os momentos em que eu deveria me pronunciar.
Podia sentir como eu estava molhada. Escorrendo pelas minhas pernas, escondido pelo vestido longo, sem calcinha.
Centenas de pessoas no mesmo recinto que eu e minha buceta não parava de me lembrar o que viria depois daquilo.
Recebi os devidos cumprimentos após a cerimônia ser encerrada e fomos para a festa.
Todos nossos familiares estavam presentes. Mães, pais, tios, tias, avós, primos, etc.
Comi pouquíssimo, devido a ansiedade e, assim que percebemos que o assédio a mim abrandou, escapamos para o interior da casa.
Mal escutei a porta se fechando atrás de mim e já senti uma mão vinda de trás segurando meu quadril.
Na minha frente, sentado no sofá, com minha madrinha de honra chupando seu pau estava meu, agora, marido.
O namorado da madrinha em questão era quem segurava meu quadril e agora me encoxava, mordia e cheirava meu pescoço, me fazendo sentir seu pau duro contra minha bunda e sua respiração já ofegante em meu ouvido.
A ideia de ser fudida primeiramente por um amigo e não pelo meu marido bem em frente dele, enquanto minha madrinha de honra chupava o pau dele fazia meu corpo pegar fogo e chegava a me dar uma certa tontura.
Ele não teve pena da noivinha.
Me fez ir ao chão com o peso do corpo dele contra o meu.
Caí e ele, puxando com seu braço forte, ergueu meu quadril me deixando com a cara no chão e com a bunda virada pra ele.
Senti o vestido sendo jogado para cima, revelando minha buceta já extremamente molhada e exposta para ele.
Ao sentir a língua dele chupando e penetrando minha buceta olhei para frente para poder ver meu marido olhando toda a cena com um sorriso nos lábios, tendo seu pau chupado vagarosamente. Minha madrinha de honra me encarava fundo nos olhos.
Ver o pau do meu marido, duro e molhado pela boca de uma amiga na minha frente, enquanto era chupada. Foi assim que começou minha noite de núpcias.
Minha mente estava tentando se manter dentro do meu corpo á duras penas, mas perdeu qualquer chance quando minha madrinha levanta o vestido e afasta a calcinha, me chamando pra chupar.
Me arrastando e ainda tendo de me manter com as pernas o mínimo de firmes enquanto não parava de ser chupada, levei o que pareceu uma hora até chegar até ela.
Mas valeu o esforço da “caminhada”.
Senti o gosto da lubrificação dela em minha boca enquanto sentia uma língua me explorando e via meu marido sendo chupado a poucos centímetros de mim.
Era o paraíso.
Saboreei o quanto pude o sabor da buceta molhada em minha boca.
Então sinto a língua se afastar de mim e pressinto o que está para acontecer. Fico ainda mais molhada.
O pau dele me invade quase como se quisesse dizer que sempre mandou na minha buceta.
Sem pausa ou tempo para acostumar ele começar a me fuder com força e vigor.
Seu quadril bate contra a minha bunda com força, fazendo o delicioso barulho característico que tão bem conhecemos.
Intercalo o sabor delicioso da buceta à minha frente com tomadas de fôlego seguidas de gemidos descontrolados.
No momento, agradeço pela festa barulhenta que me permitia gemer alto e sem preocupações.
Em um movimento mais forte, saio de minha mente por alguns segundos. O bastante para, quando voltar a perceber o mundo ao meu redor, perceber minha Madrinha de honra já sentada no pau de meu marido cavalgando e gemendo junto comigo.
Mais uma vez me movi até ela.
Comecei a lamber onde os dois se encontravam, a sentir o pau dele sumindo e reaparecendo completamente molhado de dentro da buceta dela, tudo com minha língua.
Passeei por onde consegui, nunca tendo um momento sequer onde eu não sentia aquela rola dura e quente me fudendo quase com raiva.
Tirei por algumas vezes o pau do meu marido de dentro da buceta dela e chupei com gosto, sentindo o mix de pau duro e pulsante com o gosto da buceta extremamente molhada a qual eu depois devolvia ele.
Senti as mãos do meu padrinho segurar forte meus seios, senti todos os dedos dele procurando sentir cada centímetro. Olhei para cima e o vi morder o quadril da minha madrinha.
Estávamos todos conectados em um círculo de putaria e safadeza.
Depois de um tempo nessa posição, sendo fudida de quatro e lambendo o pau e a buceta à minha frente, trocamos de posição.
Bem, pelo menos um de nós.
Minha madrinha passou a ficar de frente pra mim, me permitindo chupar seu clítoris e proporcionar um espetáculo de gemidos e tremedeiras.
Ao mesmo tempo meu padrinho chupava os seios dela.
Tudo isso, claro, com meu marido ainda a fudendo e, agora, segurando minha cabeça, me puxando para chupar e lamber a buceta dela e seu pau, juntos.
Os gemidos tinham tomado conta do ambiente, assim como o cheiro de sexo e suor. Os padrinhos já tinham se livrado de suas roupas à muito, mas eu fui deixada com o vestido de “noivinha”, segundo eles. Tamanho era o fetiche por estarem fazendo swing com uma noiva de verdade, logo após a cerimônia de casamento, que sempre que as mãos do meu padrinho saíam dos meus seios por algum motivo ele tinha o cuidado de ajeitar novamente o tomara-que-caia, para que eu não perdesse o ar de noiva.
Fui surpreendida por um movimento brusco.
Quase como se fosse combinado fui surpreendida por mãos me puxando para cima.
Sem entender direito o que os dois faziam fui levada até o colo do meu marido.
Fui colocada em seu pau ainda sem entender muito o que estavam fazendo, mas quando percebi meu vestido sendo erguido novamente por trás notei e percebi exatamente o que iriam fazer. Tremi de tesão.
Absoluto e completo tesão.
Com o pau de meu marido enterrado fundo dentro de mim, sentindo aquele caralho duro e quente quase no meu útero, senti também um leve toque quente por trás.
Devagar fechei os olhos e abri a boca segurando o fôlego para um gemido concentrado de mil gemidos.
Com delicadeza senti o pau entrando.
Duro.
Pulsando.
Quente.
Firme.
Cada centímetro era puro prazer.
Eu queria que aquele pau nunca acabasse.
Mas foi outro prazer ao sentir o quadril dele encostando em mim e minha certeza que o pau dele todo tinha entrado.
Eu estava sendo fudida por dois homens no dia do meu casamento.
Minha núpcias teve como cereja do bolo uma dupla penetração com meu marido e meu padrinho.
Abri os olhos e vi tudo embaçado. Não sabia quanto tempo tinha ficado com os olhos fechados sentindo aquele pau entrar devagar em mim.
No sofá, ao meu lado, minha madrinha se masturbava com uma mão e segurava uma câmera com a outra. Atrás dela eu via um tripé vazio.
Tudo tinha sido filmado.
Sorri e empinei o quadril, dando sinal claro de que estava pronta para ser fudida propriamente.
Os dois começaram a se movimentar com delicadeza, sempre se preocupando em ler meus sinais e ver de que maneira eu estava gostando mais.
Deram uma pequena acelerada e notaram um suspiro profundo misturado com um sorriso de satisfação e notaram que podiam acelerar mais.
Começaram então a alternar os momentos que seus paus me fudiam.
Por momentos eu sentia minha buceta completamente preenchida junto com a sensação de um pau saindo do meu cu.
Por outros eu sentia um pau duro e pulsando dentro de meu cu, com um pau deslizando em minha lubrificação.
A overdose de sensação era incrível e viciante.
Fiquei naquela situação por muito tempo, percebendo que os rapazes se seguravam para não gozar a qualquer momento.
Por algum motivo saber que eles estavam se segurando para não esporrar dentro de mim me deixou ainda mais louca.

Comecei eu mesma a me mover.
Cada vez mais rápido.
Mais rápido até do que eles.
De repente era eu que estava fudendo os dois.
Era eu quem estava fudendo os paus deles.
Quando notei que meu marido olhou pra mim com o característico olhar de não aguentar mais eu mandei ele gozar dentro de mim.
Escutando isso o meu padrinho também não aguentou e soltou um gemido claro de quem goza, seguido do gemido de meu marido.
Minha madrinha se apressou em posicionar sua boca exatamente sobre minha bunda.
A cena foi linda e memorável.
Meu marido enchendo minha buceta de porra, enquanto meu padrinho tirava a camisinha do pau e gozava na boca da minha madrinha.
Permiti minha mente se desligar por um tempo.
Abri os olhos e vi uma câmera bem em frente a mim.
– Quer dizer alguma coisa para a câmera ? – Perguntou minha madrinha de honra
– Eu sei que estamos vendo essa gravação no futuro. Quem quer que esteja aí do meu lado… me fode agora. Minha resposta para a pergunta que está na sua cabeça é SIM.