A tempo que Amelie não via Luíza. Tinham se conhecido quando Amelie precisou dos serviços de uma massagista, devido dores nas costas. Mas a vida das duas fez com que fossem se vendo cada vez menos, até chegar na situação que se encontram hoje. Se vêem apenas quando a saudade aperta muito.

E naquele dia, a saudade tinha apertado e Amelie entrou em contato com Luíza. As duas decidiram que  era hora de resolver isso. Amelie chega no bar onde tinham marcado, se senta  e espera. Depois de pouco tempo, Sua amiga chega ao bar.

Conversam um pouco, colocam suas vidas em dia e começam a tratar sobre o verdadeiro “problema”. Decidem ir para um motel. A amizade com benefícios tinha de continuar segredo e um motel proporcionava a liberdade que elas queriam para esse encontro. Quando Amelie entra no carro de Luíza, leva um susto, no banco de trás ela escuta alguém se mexer. No banco de trás estou eu.

Na conversa que tiveram mais cedo, ao marcar esse encontro, Amelie comentou com Luíza, que tinha conhecido um cara. Que esse cara tinha se tornado um grande amigo e que também possuía uma amizade diferente com ele. Ao falar meu nome, Luíza percebeu que me conhecia e lembrou que também já tinha tido esse tipo de amizade comigo. Me convidou para que eu fosse uma surpresa na noite delas e me deu a chave reserva do seu carro. Eu deveria me esconder no banco de trás assim que eu percebesse que tinham pedido a conta no bar. O plano deu muito certo.

Antes de Amelie ter alguma reação, a beijar seu pescoço,  nuca e ombros. Pego na cintura de Amelie,no seu quadril. Luísa sai com o carro e, enquanto ela dirige até o motel, já estou bem avançado, com a mão por baixo da blusa, mordendo ombro, pescoço e sentindo os seios volumosos de Amelie contidos dentro do sutiã. A respiração dela é intensa e profunda. Amelie sente a mão de Luíza em sua perna, subindo a partir de seu joelho, levantando sua saia. Ela sente a mão de Luíza alcançar sua calcinha, nesse momento as minhas mãos já estão afastando o sutiã e, ao mesmo tempo, a mão de Luíza e a minha mão avançam e encontram a pele nua de Amelie. Me junto à Luíza e ficamos, os dois, brincando de brincar com a buceta de Amelie. Com meus dedos indicador e médio, afasto os lábios da buceta molhada e deixo o caminho mais fácil, para que Luíza possa passear à vontade com seus dedinhos. Luíza começa a brincar, masturbando Amelie, a deixando louca e eu continuo a morder seu pescoço, seu ombro, com minha outra mão passeando pelo seu corpo, barriga, peitos, costas ,ombros, tudo. Amelie  abre as pernas, sem pensar. Naturalmente seu corpo abre as pernas.

Ela  já não liga mais onde seja, simplesmente quer que seja. Seja lá o quer for. Se aquela sensação continuar ela quer. Ela se impressiona, mas não se acanha nem se abala, com o fato de Luíza ter parado para falar com o porteiro do motel SEM PARAR O QUE TAVA FAZENDO.

Com a janela aberta falando com o porteiro do motel, continua lá brincando com a buceta de Amelie, enquanto eu, agora, chupo seu peito em um movimento de contorcionista que eu jamais acreditaria que eu conseguiria fazer.

A sensação do carro se movendo, o barulho no pneu pelo caminho até o quarto, o dedo de Luíza em seu clítoris gentilmente massageando, minha boca em seu peito e minha mão em sua cintura e quadril. O carro para na garagem da suíte. Amelie não consegue entender direito o que a cerca. Mas ela compreende perfeitamente a sensação daquelas duas pessoas a beijando e a chupando, a tocando e a mordendo, enquanto a levam para o quarto.

De repente, ela sente ser jogada em um sofá. Abre os olhos só para ter a visão de mim vindo por entre suas pernas, Afastando a calcinha e lentamente chegando até sua buceta. Luíza, por sua vez, está ao meu lado, acariciando a perna de Amelie e olhando fundo nos olhos dela.

Eu começo a chupar sua buceta. Amelie se contorce e geme. Passeio por sua buceta, devagar, com a língua. Ao redor do clítoris. Pelos lábios. Dentro dela. Acelero um pouco a velocidade.

Então, Luíza toma a vez.

Ela enche a boca com a buceta de Amelie. Devorando ela. Amelie apenas olha e geme, com as pernas abertas e com a buceta molhada como nunca esteve. A visão de Luíza me beijando, com a boca ainda super molhada de sua buceta, faz Amelie tremer de tesão. Então, eu e Luíza passamos a chupar Amelie ao mesmo tempo. Duas línguas ao mesmo tempo em sua buceta, a fazendo gemer alto de prazer. Por vezes uma língua em seu clítoris e outra dentro. Por outras duas línguas em seu clítoris.

Amelie está com a mente em branco. Tudo que ela consegue fazer é sentir aquele prazer sem precedentes. Ela começa a sentir o corpo tremendo. Um calafrio começa a se formar na base de seu quadril e começa a subir pela cintura, barriga, peito e irrompe em um orgasmo imenso.

Ela se contorce e arqueia as costas, levantando-as do sofá. Ela sente sua mente adormecer e quase sair do corpo. Sem entender, ela se vê sendo carregada.

Abre os olhos e me vê deitado no sofá. Abaixo dela, com o pau duro como pedra, esperando por ela. Luíza a direciona delicadamente para baixo. Amelie sente a ponta do meu pau tocar sua buceta, levemente. Ela sente o tesão aumentar ainda mais. Sente cada centímetro do meu pau entrando em sua buceta. Sente o quão quente, duro e pulsante meu pau está. Ao sentir meu quadril em sua bunda, amelie sente e sabe que meu pau está todo dentro dela.

Debruçada para frente, deixando seu delicioso suor cair sobre mim, Amelie começa a cavalgar. Sobe e desce no meu pau como uma louca. Ela volta a gemer.

Alto.

Puxo Amelie mais pra cima e afasto sua bunda, deixando a visão do meu pau entrando em sua buceta bem livre para Luíza.

Vejo Amelie tremer e segurar um grito tapando sua boca com a mão, quando noto que Luíza começou a lamber o exato local onde meu pau some na buceta de Amelie.

Ela cavalga como nunca.

Subindo e descendo seu quadril como uma puta.

Abrindo a boca para seu gemido sair.

Olhando nos meus olhos e se sentindo uma puta com vontade de dar.

Aquilo excita ela.

Ela começa a se mover mais rápido.

Começa a bater contra meu quadril. Fazendo um som maravilhoso de putaria.

O som inunda o ambiente.

Fazendo que tudo seja o som de Amelie pulando no meu pau e tendo sua buceta lambida por Luíza.

Então, Luíza percebe o que está por vir e, com uma mão, alcança o clítoris de Amelie.

Agora era demais.

Amelie grita.

Geme.

Pede pra que fodam ela.

Pede pra que chamem ela de puta.

Luíza puxa o cabelo de Amelie.

– Goza nesse pau, minha putinha – Luíza fala, olhando fundo nos olhos de Amelie.

Então, como não podia ser diferente, eu percebo que vou gozar.

– Vou te encher de porra, minha safada.

Amelie geme mais uma vez toma uma posição que deixa suas pernas ainda mais abertas.

Encho ela de porra.

Luíza, volta a lamber meu pau e a buceta de Amelie. Agora ela também sente o sabor de toda a porra que escorre junto com a lubrificação. Ela começa a gemer. Estava se masturbando todo o tempo, enquanto chupava e assistia aquela foda. De quatro, com as pernas abertas e ainda saboreando a mistura de sabores, Luíza goza. Ela desaba, usando minha coxa como travesseiro, enquanto Amelie apenas fica deitada sobre mim, de costas, olhando para o espelho no teto.

Quente.

Quase pegando fogo.

É assim que é a sensação.

Ficamos naquela posição por longos minutos.

Então, Amelie olha para Luíza.

– Agora é minha vez de provar vocês dois.