Amelie sabia me fazer perder o controle. A subida no elevador até sua casa foi torturante. Aquele corpo maravilhoso, que eu tinha fudido a pouco, como nunca tinha fudido nenhuma mulher antes, ali na minha frente. Eu tinha aquele corpo todo decorado em minha mente. Percorri novamente só com minha memória. O cheiro da buceta dela inundava o ar. O gosto da boca dela.

O sensação do toque dos lábios dela nos meus. A delicadeza com que os dedos dela tocaram meu pau. O olhar faminto, querendo engoli-lo. Tudo isso era nítido em minha memória.

A porta do elevador se abre. Amelie vai à frente. O modo como o quadril dela rebola. Eu vejo que ela olha para mim por cima do ombro. Percebendo que eu estou a comendo com os olhos. Ela vai mais devagar. Quer saborear mais ser comida com os olhos pelo cara que vai fuder ela logo mais.

Vejo que ela se excita com isso. O cheiro de sua buceta ficando cada vez mais molhada é inebriante.

Ao chegar à porta, Amelie demora alguns segundos para abri-la. Segundos que acabam por ser demais pra mim. Agarro ela pelas costas. Agradeço à Deus por ela estar usando saia.

Enquanto beijava sua nuca e pescoço e acariciava seus seios por baixo da blusa, levei minha outra mão até dentro de sua calcinha, passando por sua barriga. Ela estava ensopada. Não somente Amelie, mas sua calcinha também. Parecia que ela tinha tomado um banho. Meus dedos deslizaram com uma facilidade quase poética até dentro de sua buceta. Amelie só conseguia respirar ofegante e por as mão em cima de minha mão, sentindo meus movimentos, tanto em seus seios, quanto em sua buceta.

Ali mesmo, em pé, com a porta aberta. Amelie começou a gemer. Meus dedos, entrando e saindo de dentro dela, faziam um som viciante. Me peguei curtindo aquilo por alguns minutos, enquanto ela já se mostrava quase sem força nas pernas. Deixei ela deslizar até o chão.

Ela ficou sentada entre minhas pernas, de costas pra mim, com as pernas abertas. Continuei fudendo Amelie com os dedos e acariciando seus seios. Mudando a velocidade em alguns momentos. Em outros tirando meus dedos e massageando seu clítoris. Amelie estava de olhos fechados, visivelmente em um transe de prazer. Boca semi-aberta com respiração ofegante.

Seus cabelos caiam sobre seus ombros e parte do rosto. Eu já tinha aguentado mais do que imaginei que conseguiria.

Puxei ela para cima de mim e me deitei no chão. Acho que nunca, na minha vida, eu tirei minha calça com tanta rapidez principalmente nessa posição tão desfavorável. Amelie parou um pouco antes de sentar. Como se estivesse querendo saborear o momento da eminência de ser fodida.

Afastou a calcinha e foi descendo lentamente. Prestando atenção a cada milímetro que entrava na buceta dela. Acocorada, ela conseguia meter meu pau lá fundo e suas pernas ficavam afastadas, deixando uma deliciosa sensação de putaria. A calcinha molhada, ensopada, de Amelie, ao lado de sua buceta aberta por meu pau, descendo lentamente enquanto ela fitava tudo, era uma visão indescritível. Meu pau já estava metade dentro dela. Podia sentir como estava quente. Molhado. Escorregadio. Me sugando para dentro. Ela chega até meu quadril. Meu pau estava totalmente dentro dela.

Ela começou a se movimentar, para cima e para baixo, dando reboladas esporádicas. No início ela começou lento, mas depois de alguns instantes, ela estava cavalgando meu pau. Gemendo alto. Olhando para sa buceta sendo fudida. Gostando de sentir aquele pau dentro da buceta dela.

Mas eu tinha prometido para ela que EU iria fuder ela como ela merecia. E em todos os cômodos da casa. Tomei o que, por direito e concessão, era meu. O controle daquela trepada. Era isso que Amelie queria, ser fodida, trepar, meter, seja lá qual nome se dá. Ela estava safada. Delicadamente safada, mas sem perder a putaria. Por ter porte pequeno, foi fácil erguê-la ainda com meu pau dentro dela. Ela passou suas pernas por minha cintura e se apoiou em meu pescoço. Então, ainda sendo fodida, a levei até a mesa de jantar. Joguei ela em cima e continuei com os movimentos.

Por horas forte e rápido, depois suave e rápido, depois delicado e lento, depois delicado e rápido até voltar novamenta a fuder ela forte e rápido. Amelie gemia, gritava, me arranhava, tomava fôlego, como se fosse mergulhar, depois soltava em um gemido longo e trêmulo. Eu queria que ela lembrasse de cada cômodo da casa dela, como lugares em que ela foi “fodida como ela merecia”.

Parei, afastei ela e deitei na mesa. Ela, novamente, sentou em meu pau. Desta vez, eu quem ditei o ritmo. Suspendi ela e comecei a subir e levantar o quadril. Ela gemia sem parar. Depois, ainda fudendo ela, nos levantei e fui até a cozinha.

Em cima da pia.Sentada.

Pernas abertas, de frente para mim.

A altura dessas pias parecem ser calculadas para ficar exatamente na altura na cintura. Fudi Amelie daquele jeito até ela jorrar. ” meu deus… meu deeeuuuussssss… ” era só o que ela conseguia gemer. Ela inundou o chão da cozinha e me ensopou. E eu amei cada segundo.

Mas ainda estava longe de terminar.

A levei até o sofá da sala. Sentei e mandei que ela se sentasse no meu pau, de costas pra mim.

Amelie obedeceu.

Ela sabia que ao fazer, seria bem fudida. Gozaria novamente. Novamente a ergui e comecei a mover meu quadril. Dessa vez eu segurei forte em seus cabelos e puxei-a para mim. Ela gemeu mais alto, tremeu. Ela estava gozando novamente. Em menos de 5 minutos.

Segurei seu quadril forte, tal qual seus cabelos.

” Me chama de puta. Me chama de tarada safada. ” Foi o que ela pediu.

” Tá gostando de ser fudida minha puta ? Tá gostando de sentar nesse caralho ? ” Respondi

Amelie tremia.

Tapava a boca com uma das mãos, abafando um grito. Com tom de ordem, falei em seu ouvido: Repete comigo: Quem manda em mim, é minha buceta.

Novamente ela tremeu, quase não consegue segurar o grito.

” Quem manda em mim é minha buceta. Eu faço tudo que ela quer que eu faça. Eu adoro dar a minha buceta ! Meu deus, eu vou gozar denovo ! ”

Palavras que nunca mais vou esquecer.

Amelie arqueou as costas, tomou um fôlego profundo e tremeu. Tremeu muito. Como nunca tinha tremido antes. Novamente ela jorrou. Ao desarquear devagar as costas, direcionei ela de um modo que ela sentasse novamente no meu pau.

Ela estava arrepiada.

A abracei forte.

Ela estava ofegante. Mas ainda não tinha acabado.

Como já tinha feito antes, para não perder o costume, carreguei ela novamente sem tirar de dentro dela.

“Qual cômodo ?” Perguntei

O primeiro a aparecer foi o quarto dela. E seria nele. Me joguei na cama, com ela em baixo de mim. Ela iria gozar mais uma vez antes que eu gozasse. E eu faria QUESTÃO que fosse de uma maneira que eu amo.

Desci.

Beijei seus seios, barriga, costelas, cintura, quadril e pelos. Finalmente cheguei até sua buceta.

Comecei a chupar. Alternando entre clítoris, lábios, virilha, coxas. Amelie agarrou o lençol da cama, puxou, tremeu, gemeu. Tudo lindo, tudo perfeito. Cada movimento que ela fazia merecia um quadro. Uma sala cheia de imagens de amelie gozando. Closes e detalhes.

Assim que percebi que Amelie estaca “capaz” de continuar, não perdi tempo. Abri suas pernas novamente e devagar, enfiei o pau novamente naquela buceta maravilhosa.

Fui acelerando lentamente. Aumentando a velocidade em que fodia ela. Ela percebeu que eu estava prestes a gozar, falou:

” Enche essa tua puta de porra ! Enche que é isso que eu quero, ser fodida por quem sabe me fuder! ”

Bem, ela teve o que pediu.

Gozei dentro dela, enchi ela de porra. Podíamos sentir escorrendo para fora. Ela gozou novamente. Me abraçou forte, cravou as unhas em minhas costas. Ficamos naquela posição por algum tempo. Depois caímos exausto na cama.

A última coisa que vi antes de apagar, foi Amelie fechando os olhos, exausta e satisfeita.

Suada e feliz.

Ela apagou nua, molhada e ofegante ao meu lado.

E eu, pensando em guardar forças para a manhã seguinte.