Calma, isso não é nenhuma previsão absurda para o futuro e sim o enredo exploitation de um filme alemão trash, escrito e dirigido pela artista multimídia taiwanesa Shu Lea Cheang, lançado no início de 2017.

Fluidø – pronuncia-se “Fluid Zero” – ocorre na década de 2060. O filme representa um mundo em que o HIV/AIDS foi totalmente erradicado. Porém em algumas pessoas o vírus sofreu mutação para um gene que pode ser extraído através do esperma para produzir uma nova droga psicoativa, acarretando o surgimento de uma extensa rede subterrânea de tráfico de seres humanos para capturar os portadores desta mutação para fabricar a droga.

Para quem gosta de roteiros que beiram ao nonsense, FluidØ é uma ótima dica.