Bobby Box, jornalista do Elite Daily, trouxe revelações bombásticas pós palestra no AVN Awards Expo… existe racismo no pornô! Em seu texto Bobby descreve tudo o que ouviu sobre racismo no cinema adulto, dele extraímos 11 fatos que mostram que o pornô é racista.

1. Atrizes pornôs brancas novatas são mais valiosas que atrizes pornôs negras, mesmo que veteranas “consagradas”.

2. Atrizes pornôs negras, mesmo premiadas, não são consideradas premium, como as atrizes brancas.

3. Atores e atrizes pornôs negros sempre são contratados quando a verba para o filme adulto é curta, substituindo brancos “caros”.

4. Atrizes pornôs negras não são expostas ao titulo final da produção, muitas vezes depreciativo, como “Black Bitches”. Pelo dinheiro acabam aceitando o trabalho sem opção de voltar atrás.

5. O termo “interracial” só se refere à cenas entre atores pornôs negros e atrizes brancas. Quando o inverso acontece, o termo não é atribuído.

6. A maioria dos diretores pornôs são brancos e o “poder branco” prevalece.

7. Por ter mais diretores brancos, os papeis para atores e atrizes negros são escritos por eles. Sean Michaels, membro do Hall da Fama do AVN, mencionou que já houve casos que deixou o set de filmagens porque seu personagem era muito ofensivo e estereotipado.

8. O orçamento para as produções pornográficas étnicas são incrivelmente mais modestos, apesar de serem as mais procuradas ultimamente.

9. Poucos atores pornôs negros, apesar de suas potencias e dotes, são populares. O que vale também para as poucas atrizes consideradas “estrelas”.

10. A busca pela pornografia étnica perpetua o racismo. Por exemplo, o termo “thug” é muito procurado e por isso sempre tagueado nos filmes étnicos.

11. A representação étnica não é fiel. A atriz Kristina Rose, que é branca e latina, faz papel de asiática e indiana, tirando a oportunidade de trabalho de outras atrizes pornôs.